terça-feira, 21 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Nada é impossível
Nada é impossível
Não pense que as coisas são impossíveis, e nunca desista de lutar todos os dias.
Lembre-se sempre: quando o outono derruba uma flor, a primavera coloca outra no lugar.
Existem pessoas que amam e dizem que gostam.
existem pessoas que gostam e dizem que amam.
Existem pessoas que não dizem nada, mas, os olhos e os gestos dizem tudo.
Passamos a amar, não quando encontramos uma pessoa perfeita, mas quando aprendemos.
(Luan Max)
Não pense que as coisas são impossíveis, e nunca desista de lutar todos os dias.
Lembre-se sempre: quando o outono derruba uma flor, a primavera coloca outra no lugar.
Existem pessoas que amam e dizem que gostam.
existem pessoas que gostam e dizem que amam.
Existem pessoas que não dizem nada, mas, os olhos e os gestos dizem tudo.
Passamos a amar, não quando encontramos uma pessoa perfeita, mas quando aprendemos.
(Luan Max)
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
AMOR, PERDAS, PARTIDAS E SAUDADES
AMOR, PERDAS, PARTIDAS E SAUDADE...
“Falar em perdas é falar em solidão, tristeza, desesperança, medo.”
Quando digo perdas, não estou me referindo apenas aos que morrem, mas a todos que, de alguma forma, nos deixam prematuramente, antes que estejamos preparados.
Um amigo que se muda para longe, um namoro interrompido abruptamente e até mesmo um ente querido que se vai, sempre provoca em nós uma sensação de vazio.
E por que isso? Porque sofremos tanto mesmo sabendo que estas perdas ou partidas inesperadas são inerentes à vida e que, portanto, não podemos controlá-las?
Não saberia responder com precisão as perguntas acima, mas, o que me parece mais coerente é que nunca estaremos prontos para nos acostumarmos com a falta dos que amamos. Por mais que saibamos que a qualquer instante eles nos faltarão, temos sempre a predisposição em acreditarmos que quem nos ama nunca nos trairia, nos privando de seu afeto, carinho e amor.
Ledo engano.
São justamente aqueles que amamos que mais nos machucam com suas partidas inesperadas.
Vão-se sem aviso prévio e nos levam a felicidade, a fé na vida, o equilíbrio.
O que fazer então? Não amarmos? Não nos permitirmos gostar de alguém pelo simples fato de que seremos, mais cedo ou mais tarde, deixados para trás na vida, entregues às nossas angústias e remorsos por não termos dito tudo ou feito o suficiente por eles?
Creio que não.
Se há algo na vida que mais nos trás felicidade é sabermos que somos queridos e não seria honesto nos privarmos de tal sentimento por covardia.
Um amor de pai e mãe, o carinho de um amigo ou afeto de uma relação a dois deve sempre se sobrepujar ao medo da perda.
Porque ela é inevitável; o sentimento, não. Deve ser exercitado todos os dias de nossas breves vidas.
Ele é o que nos move, nos dá o chão para que possamos caminhar pela vida com a certeza de que, haja o que houver, teremos sempre alguém com quem contar, que nos apoiará mesmo nos momentos em que não tenhamos razão.
Esta, deve ser a maior lição deixada pelos que partem sem nos avisar. Lembrar-nos que devemos sempre curtir aqueles que amamos com a intensidade proporcional à brevidade de uma vida.
Porque, quando nos faltarem, saberemos que amamos e fomos amados, que demos e recebemos todo o carinho esperado, que construímos um sentimento que nenhuma perda poderá apagar. Este sentimento transcende o espaço e o tempo, não se limita ao contato físico.
Torna-se parte de nós, impregnado em nossa alma, nos confortando nos dias difíceis, sendo cúmplice de nossas vitórias pessoais, norteando nossa conduta, nos fazendo sentir eternamente amados.
Que me perdoem os físicos, mas, neste caso, acredito sim que dois corpos podem ocupar o mesmo lugar no espaço.
Basta que permitamos sentir a presença dos que amamos dentro de nós, como se fossem parte de nossa alma. Só assim seremos inteiros.
“Aqueles que amamos nunca morrem,
apenas partem antes de nós".
“Falar em perdas é falar em solidão, tristeza, desesperança, medo.”
Quando digo perdas, não estou me referindo apenas aos que morrem, mas a todos que, de alguma forma, nos deixam prematuramente, antes que estejamos preparados.
Um amigo que se muda para longe, um namoro interrompido abruptamente e até mesmo um ente querido que se vai, sempre provoca em nós uma sensação de vazio.
E por que isso? Porque sofremos tanto mesmo sabendo que estas perdas ou partidas inesperadas são inerentes à vida e que, portanto, não podemos controlá-las?
Não saberia responder com precisão as perguntas acima, mas, o que me parece mais coerente é que nunca estaremos prontos para nos acostumarmos com a falta dos que amamos. Por mais que saibamos que a qualquer instante eles nos faltarão, temos sempre a predisposição em acreditarmos que quem nos ama nunca nos trairia, nos privando de seu afeto, carinho e amor.
Ledo engano.
São justamente aqueles que amamos que mais nos machucam com suas partidas inesperadas.
Vão-se sem aviso prévio e nos levam a felicidade, a fé na vida, o equilíbrio.
O que fazer então? Não amarmos? Não nos permitirmos gostar de alguém pelo simples fato de que seremos, mais cedo ou mais tarde, deixados para trás na vida, entregues às nossas angústias e remorsos por não termos dito tudo ou feito o suficiente por eles?
Creio que não.
Se há algo na vida que mais nos trás felicidade é sabermos que somos queridos e não seria honesto nos privarmos de tal sentimento por covardia.
Um amor de pai e mãe, o carinho de um amigo ou afeto de uma relação a dois deve sempre se sobrepujar ao medo da perda.
Porque ela é inevitável; o sentimento, não. Deve ser exercitado todos os dias de nossas breves vidas.
Ele é o que nos move, nos dá o chão para que possamos caminhar pela vida com a certeza de que, haja o que houver, teremos sempre alguém com quem contar, que nos apoiará mesmo nos momentos em que não tenhamos razão.
Esta, deve ser a maior lição deixada pelos que partem sem nos avisar. Lembrar-nos que devemos sempre curtir aqueles que amamos com a intensidade proporcional à brevidade de uma vida.
Porque, quando nos faltarem, saberemos que amamos e fomos amados, que demos e recebemos todo o carinho esperado, que construímos um sentimento que nenhuma perda poderá apagar. Este sentimento transcende o espaço e o tempo, não se limita ao contato físico.
Torna-se parte de nós, impregnado em nossa alma, nos confortando nos dias difíceis, sendo cúmplice de nossas vitórias pessoais, norteando nossa conduta, nos fazendo sentir eternamente amados.
Que me perdoem os físicos, mas, neste caso, acredito sim que dois corpos podem ocupar o mesmo lugar no espaço.
Basta que permitamos sentir a presença dos que amamos dentro de nós, como se fossem parte de nossa alma. Só assim seremos inteiros.
“Aqueles que amamos nunca morrem,
apenas partem antes de nós".
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Resumão de Literatura para os primeiros
LITERATURA
TROVADORISMO
Contexto histórico : Feudalismo / período negro da humanidade / teocentrismo .
Duas espécies de produção literária : cantigas lirico-amorosas e satíricas .
Lírico-amorosas Satíricas
De amor De amigo De escárnio De maldizer
- compostas por um trovador
- eu-lirico masculino
- fala à uma mulher nobre, geralmente casada .
- omissão do nome da amada
- linguagem formal, ausência de paralelismo
- idealização amorosa
- ambientação urbana-aristocratica - composta por um trovador
- eu-lirico feminino
- elogios ao homem amado nos aspectos físicos , econômicos e morais.
- Os homenageados eram cavaleiros medievais que saiam em combate
- O amado é comparado a elementos naturais
- Há idealização amorosa
- Paralelismo, musicalidade .
- Linguagem informal
- Ambientação popular rural ou urbana . - critica indireta
- sutileza
- presença de ironia
- não há citação de nomes , nem expressões vulgares .
- critica direta
- cita nomes
- uso de palavrões
Classicismo (sec.XVI) Barroco (sec. XVII) Neoclassicismo (Arcadismo)- sec. XVIII
- Contexto : Renascimento
- Características :
• oposição à cultura teocentrica da Idade Media
• Antropocentrismo e paganismo
• Ânsia de viver
• Valorização da beleza
• Culto da literatura greco-latina
• Preocupação formal - Contexto: Contra-Reforma
- Características :
• Vocabulário selecionado
• Gosto por inversões sintáticas
• Figuração excessiva
• Sugestões sonoras e cromáticas
• Gosto por construções complexas e raras
• Conflito espiritual
• Consciência da efemeridade do tempo
• Morbidez
• Gosto por raciocínios complexos, intrincados. - Contexto: Iluminismo
- Características :
• vocabulário simples, linguagem objetivas , clara , formal .
• natureza estática
• frases na ordem direta
• ausência quase total de figuras de linguagem
• manutenção de formas clássicas
• pastoralismo
• bucolismo
• elementos da cultura greco-latina
• convencionalismo e idealização amorosa
• racionalismo
• paganismo
TROVADORISMO
Contexto histórico : Feudalismo / período negro da humanidade / teocentrismo .
Duas espécies de produção literária : cantigas lirico-amorosas e satíricas .
Lírico-amorosas Satíricas
De amor De amigo De escárnio De maldizer
- compostas por um trovador
- eu-lirico masculino
- fala à uma mulher nobre, geralmente casada .
- omissão do nome da amada
- linguagem formal, ausência de paralelismo
- idealização amorosa
- ambientação urbana-aristocratica - composta por um trovador
- eu-lirico feminino
- elogios ao homem amado nos aspectos físicos , econômicos e morais.
- Os homenageados eram cavaleiros medievais que saiam em combate
- O amado é comparado a elementos naturais
- Há idealização amorosa
- Paralelismo, musicalidade .
- Linguagem informal
- Ambientação popular rural ou urbana . - critica indireta
- sutileza
- presença de ironia
- não há citação de nomes , nem expressões vulgares .
- critica direta
- cita nomes
- uso de palavrões
Classicismo (sec.XVI) Barroco (sec. XVII) Neoclassicismo (Arcadismo)- sec. XVIII
- Contexto : Renascimento
- Características :
• oposição à cultura teocentrica da Idade Media
• Antropocentrismo e paganismo
• Ânsia de viver
• Valorização da beleza
• Culto da literatura greco-latina
• Preocupação formal - Contexto: Contra-Reforma
- Características :
• Vocabulário selecionado
• Gosto por inversões sintáticas
• Figuração excessiva
• Sugestões sonoras e cromáticas
• Gosto por construções complexas e raras
• Conflito espiritual
• Consciência da efemeridade do tempo
• Morbidez
• Gosto por raciocínios complexos, intrincados. - Contexto: Iluminismo
- Características :
• vocabulário simples, linguagem objetivas , clara , formal .
• natureza estática
• frases na ordem direta
• ausência quase total de figuras de linguagem
• manutenção de formas clássicas
• pastoralismo
• bucolismo
• elementos da cultura greco-latina
• convencionalismo e idealização amorosa
• racionalismo
• paganismo
Natal é tempo
"Natal é tempo...
de dar um toque na vida com as cores da esperança,
da fé, da paz e do amor.
Também é tempo de preparar,
em nosso coração e em nosso lar,
um espaço para acolher
as sublimes lições da Sagrada Família de Nazaré
e aceitar as inevitáveis surpresas da vida.
Natal é tempo...
de olhar para o céu,
encantarmo-nos com a luz das estrelas
e seguir a estrela-guia.
É tempo abençoado de dar mais atenção
à criança que mora em cada um de nós
e às que encontramos em nosso peregrinar,
à procura do caminho que nos leva ao Deus-Menino.
Natal é tempo...
de mais uma vez ouvir, acolher
e repetir a mensagem alegre dos Anjos de Deus.
É tempo de acalentar sonhos de harmonia e paz e,
olhando para os “anjos aqui na Terra”,
dar a nossa contribuição,
para tornar este nosso espaço
um pouco mais parecido com o Céu.
Natal é tempo...
de contemplar o Menino Jesus e Sua Mãe
e envolvermo-nos em silêncio orante.
É tempo de agradecer as manifestações de Deus
e deixarmo-nos extasiar por esse Divino Amor que,
na fragilidade de uma Criança, nos braços de Maria,
veio iluminar nossa fé.
Natal é tempo...
de olhar para o mundo, alimentar a chama do amor
e apreciar o milagre da vida.
É tempo de seguir com atenção
e humildade os passos dos pastores
e os daqueles que têm coração simples e,
em gestos de ternura,
sintonizar mentes e aconchegar corações.
Natal é tempo...
de pensar no irmão próximo e distante
e de colaborar para o renascer do amor.
É tempo de, amorosamente, recompor a vida,
perdoar e abraçar, com a ternura
e a misericórdia do Coração de Deus,
os registros de nossa infância e dos anos que já vivemos.
Na jubilosa esperança do Natal de Jesus Cristo,
estejamos atentos para perceber
e realizar o bem que estiver ao nosso alcance
e sermos um compreensível eco da mensagem de paz
daquela noite em que, gerado por obra do Espírito Santo
de dar um toque na vida com as cores da esperança,
da fé, da paz e do amor.
Também é tempo de preparar,
em nosso coração e em nosso lar,
um espaço para acolher
as sublimes lições da Sagrada Família de Nazaré
e aceitar as inevitáveis surpresas da vida.
Natal é tempo...
de olhar para o céu,
encantarmo-nos com a luz das estrelas
e seguir a estrela-guia.
É tempo abençoado de dar mais atenção
à criança que mora em cada um de nós
e às que encontramos em nosso peregrinar,
à procura do caminho que nos leva ao Deus-Menino.
Natal é tempo...
de mais uma vez ouvir, acolher
e repetir a mensagem alegre dos Anjos de Deus.
É tempo de acalentar sonhos de harmonia e paz e,
olhando para os “anjos aqui na Terra”,
dar a nossa contribuição,
para tornar este nosso espaço
um pouco mais parecido com o Céu.
Natal é tempo...
de contemplar o Menino Jesus e Sua Mãe
e envolvermo-nos em silêncio orante.
É tempo de agradecer as manifestações de Deus
e deixarmo-nos extasiar por esse Divino Amor que,
na fragilidade de uma Criança, nos braços de Maria,
veio iluminar nossa fé.
Natal é tempo...
de olhar para o mundo, alimentar a chama do amor
e apreciar o milagre da vida.
É tempo de seguir com atenção
e humildade os passos dos pastores
e os daqueles que têm coração simples e,
em gestos de ternura,
sintonizar mentes e aconchegar corações.
Natal é tempo...
de pensar no irmão próximo e distante
e de colaborar para o renascer do amor.
É tempo de, amorosamente, recompor a vida,
perdoar e abraçar, com a ternura
e a misericórdia do Coração de Deus,
os registros de nossa infância e dos anos que já vivemos.
Na jubilosa esperança do Natal de Jesus Cristo,
estejamos atentos para perceber
e realizar o bem que estiver ao nosso alcance
e sermos um compreensível eco da mensagem de paz
daquela noite em que, gerado por obra do Espírito Santo
terça-feira, 16 de novembro de 2010
MUDE- EDSON MARQUES
M U D E
(" Mude, mas comece devagar,
porque a direção é mais importante
que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde
você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais...
leia outros livros,
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.
Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor.
a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.
Troque de bolsa,
de carteira,
de malas,
troque de carro,
compre novos óculos,
escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem
despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda !
Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não
vale a pena!!!!
(" Mude, mas comece devagar,
porque a direção é mais importante
que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde
você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais...
leia outros livros,
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.
Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor.
a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.
Troque de bolsa,
de carteira,
de malas,
troque de carro,
compre novos óculos,
escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem
despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda !
Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não
vale a pena!!!!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Linda mensagem
O QUE NÃO É AMOR
(Augusto Schimanski)
Já falou-se tanto em amor, amizade e paixão,
mas não se fala do que não é amor.
Se você precisa de alguém para ser feliz,
isso não é amor.
É carência!
Se você tem ciúme, insegurança e faz qualquer coisa para conservar alguém ao seu lado, mesmo sabendo que não é amado e ainda diz que confia nessa pessoa, mas não nos outros, que lhe parecem todos rivais,
isso não é amor.
É falta de amor próprio!
Se você acredita que " ruim com ela(e), pior sem ela(e) ", e sua vida fica vazia sem essa pessoa, não consegue se imaginar sozinho(a) e mantém um relacionamento que já acabou só porque não tem vida própria - existe em função do outro -
isso não é amor.
É dependência!
Se você acha que o ser amado lhe pertence,
sente-se dono (a) e senhor(a) de sua vida e de seu corpo, não lhe dá o direito de se expressar, de ter escolhas, só para afirmar seu domínio,
isso não é amor.
É egoísmo!
Se você não sente desejo, não se realiza sexualmente, prefere nem ter relações sexuais com essa pessoa, porém sente algum prazer em estar ao lado dela,
isso não é amor.
É amizade!
Se vocês discutem por qualquer motivo,
morrem de ciúmes um do outro e brigam por qualquer coisa, nem sempre fazem os mesmos planos, discordam em diversas situações,
não gostam de fazer as mesmas coisas
ou ir aos mesmos lugares,
mas sexualmente combinam perfeitamente,
isso não é amor.
É desejo!
Se seu coração palpita mais forte,
o suor torna-se intenso, sua temperatura sobe
e desce vertiginosamente,
apenas em pensar na outra pessoa,
isso não é amor.
É paixão!
Agora, sabendo o que não é amor,
fica mais fácil analisar,
verificar o que está acontecendo
e procurar resolver a situação
ou se programar para atrair alguém por quem sinta carinho e desejo, que sinta o mesmo por você, para que possam construir um relacionamento equilibrado.
Aí sim, este é o Verdadeiro e Eterno Amor!
Meu pai me disse um dia:
"Filho... você terá três tipos de pessoa
na sua vida:
- Um amigo, aquela pessoa que você terá sempre em grande estima, que você sabe que poderá contar sempre; que bastará você insinuar que está precisando de ajuda e a ajuda está sendo dada;
- Uma amante, aquela pessoa que faz o seu coração pulsar; que fará com que você flutue e nada importará quando vocês estiverem juntos;
- Uma paixão, aquela pessoa que você amará, desejará incondicionalmente, às vezes nem lhe importando se ela lhe quer ou não, e talvez ela nem fique sabendo disso.
Mas, se você conseguir reunir essa três pessoas numa só - pode ter certeza meu filho:
- Você encontrou a Felicidade."
(Augusto Schimanski)
Já falou-se tanto em amor, amizade e paixão,
mas não se fala do que não é amor.
Se você precisa de alguém para ser feliz,
isso não é amor.
É carência!
Se você tem ciúme, insegurança e faz qualquer coisa para conservar alguém ao seu lado, mesmo sabendo que não é amado e ainda diz que confia nessa pessoa, mas não nos outros, que lhe parecem todos rivais,
isso não é amor.
É falta de amor próprio!
Se você acredita que " ruim com ela(e), pior sem ela(e) ", e sua vida fica vazia sem essa pessoa, não consegue se imaginar sozinho(a) e mantém um relacionamento que já acabou só porque não tem vida própria - existe em função do outro -
isso não é amor.
É dependência!
Se você acha que o ser amado lhe pertence,
sente-se dono (a) e senhor(a) de sua vida e de seu corpo, não lhe dá o direito de se expressar, de ter escolhas, só para afirmar seu domínio,
isso não é amor.
É egoísmo!
Se você não sente desejo, não se realiza sexualmente, prefere nem ter relações sexuais com essa pessoa, porém sente algum prazer em estar ao lado dela,
isso não é amor.
É amizade!
Se vocês discutem por qualquer motivo,
morrem de ciúmes um do outro e brigam por qualquer coisa, nem sempre fazem os mesmos planos, discordam em diversas situações,
não gostam de fazer as mesmas coisas
ou ir aos mesmos lugares,
mas sexualmente combinam perfeitamente,
isso não é amor.
É desejo!
Se seu coração palpita mais forte,
o suor torna-se intenso, sua temperatura sobe
e desce vertiginosamente,
apenas em pensar na outra pessoa,
isso não é amor.
É paixão!
Agora, sabendo o que não é amor,
fica mais fácil analisar,
verificar o que está acontecendo
e procurar resolver a situação
ou se programar para atrair alguém por quem sinta carinho e desejo, que sinta o mesmo por você, para que possam construir um relacionamento equilibrado.
Aí sim, este é o Verdadeiro e Eterno Amor!
Meu pai me disse um dia:
"Filho... você terá três tipos de pessoa
na sua vida:
- Um amigo, aquela pessoa que você terá sempre em grande estima, que você sabe que poderá contar sempre; que bastará você insinuar que está precisando de ajuda e a ajuda está sendo dada;
- Uma amante, aquela pessoa que faz o seu coração pulsar; que fará com que você flutue e nada importará quando vocês estiverem juntos;
- Uma paixão, aquela pessoa que você amará, desejará incondicionalmente, às vezes nem lhe importando se ela lhe quer ou não, e talvez ela nem fique sabendo disso.
Mas, se você conseguir reunir essa três pessoas numa só - pode ter certeza meu filho:
- Você encontrou a Felicidade."
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